quinta-feira, 18 de julho de 2013

RELATORIOS DO CURSO DO PNAIC 2013

ÂNGELA JOSE RODRIGUES DE CAMARGO SIEGL

RELATÓRIO DE TODOS OS TEXTOS DISCUTIDOS NO CURSO DO PNAIC ANO 3 UNIDADE 1 e 2

       No primeiro encontro fizemos uma reflexão sobre o processo de alfabetização e falamos sobre o que esperávamos do curso.Tomamos conhecimentos sobre os objetivos do curso Salientamos que é preciso estar alfabetizado para ter autonomia nas práticas de letramento. Estar alfabetizado supõe ter conhecimento sobre o Sistema de Escrita Alfabética. Estar alfabetizado na perspectiva do letramento supõe um conhecimento mais abrangente: usar a língua escrita como ferramenta para participar de situações cotidianas, com autonomia.
       Se a alfabetização, portanto, dá ao estudante o poder de participar de situações para além da escola, está considerando o sujeito como um ser sócio histórico que pode atuar e até modificar sua própria realidade social. Assim, “ensinar” o letramento, tem uma função social/política que deve ser percebida pelo professor alfabetizador.
       O currículo nos três anos iniciais do Ensino Fundamental; a definição de direitos de aprendizagem para o ciclo de alfabetização; a importância da dimensão integradora da alfabetização com as demais áreas do conhecimento numa perspectiva interdisciplinar; a gestão e a garantia dos direitos de aprendizagem para as crianças de 6 a 8 anos de idade.
       Nos encontros seguintes continuamos as discussões e compartilhamos as atividades feitas com os alunos.
       Percebi que o currículo é construído na prática diária de professores e, portanto, nem sempre reflete exatamente o que os documentos oficiais orientam, mas também não pode ser entendido como decisão de cada um. É necessário que haja um compromisso em torno dos pressupostos de que até oito anos de idade as crianças tenham se apropriado dos conhecimentos necessários à escrita e à leitura de textos que circulam socialmente.
       Com relação a avaliação para a inclusão e alfabetização para todos eu entendi que os conhecimentos devem ser apropriados por todos os estudantes, respeitando-se as singularidades, diferenças individuais e de grupos sociais. E que embora tenhamos consciência de que não é possível ensinar tudo a todos e que a escola é uma das esferas sociais em que o ensino ocorre, mas não é a única, e também que há conhecimentos que podem ser vistos como fundamentais na Educação Básica.